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A rosticidade da tecnocultura na galáxia National Geographic

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metadataTrad.dc.contributor.author Gomes, Marcelo Salcedo;
metadataTrad.dc.contributor.authorLattes http://lattes.cnpq.br/0758076748802398;
metadataTrad.dc.contributor.advisor Kilpp, Suzana;
metadataTrad.dc.contributor.advisorLattes http://lattes.cnpq.br/8987400261712739;
metadataTrad.dc.publisher Universidade do Vale do Rio dos Sinos;
metadataTrad.dc.publisher.initials Unisinos;
metadataTrad.dc.publisher.country Brasil;
metadataTrad.dc.publisher.department Escola da Indústria Criativa;
metadataTrad.dc.language pt_BR;
metadataTrad.dc.title A rosticidade da tecnocultura na galáxia National Geographic;
metadataTrad.dc.description.resumo Esta tese versa sobre a natureza do devir-rosto nos processos midiáticos e suas reverberações na tecnocultura sob o prisma das audiovisualidades. A partir da discussão de uma qualidade comunicacional virtual que se atualiza em imagens de rostos - ou algo que se põe no lugar do rosto -, que dura no tempo e conserva na memória toda potencialidade daquilo que se reconhece como singular, busca-se construir a ideia de rosticidade. A proposta foi fundamentada nas bases epistemológicas e nos princípios teórico-metodológicos encontrados no pensamento de Bergson, especialmente nos conceitos de duração, memória, percepção, consciência e imagem. Fundamentais também foram as expropriações dos conceitos de Benjamin, Deleuze, Canevacci, Balázs e Benso, que se dedicaram ao rosto enquanto imagem especial que norteia experiências sensoriais e memoriais. A produção do corpus seguiu dois procedimentos metodológicos que se sucederam: 1) constituição do universo da pesquisa na observação de marcas da rosticidade manifestadas em uma pluralidade de tecnoimagens que circulam pelas mídias, além de objetos não reconhecidamente midiáticos; 2) um recorte progressivo da galáxia da pesquisa formada por meio da cartografia das fisionômicas da National Geographic (enquanto dispositivo midiático), com especial atenção às imagens-rosto da National Geographic Magazine e, mais especificamente, às transformações do rosto da revista através dos movimentos do design das capas. Questiona-se: como e o que a rosticidade da National Geographic comunica sobre a rosticidade da tecnocultura? Ou ainda, mais especificamente: O que e como a capa da National Geographic, tomada como rosto, comunica sobre a revista, sobre o dispositivo midiático e sobre a rosticidade enquanto qualidade da tecnocultura? Para oferecer soluções, desenvolve-se um método que vai se estabelecendo no próprio andamento de investigação. Parte-se da invenção [sic] do problema através da intuição bergsoniana, para posteriormente produzir os empíricos através de múltiplas cartografias. Constitui-se assim mapas dinâmicos ao formar constelações de fragmentos aparentemente desconexos. Faz-se apontamentos sobre ethicidades com base em cartografias de molduras e moldurações de elementos que, de outra maneira, permaneceriam discretos no fluxo comunicacional e compõe-se relações, antes não percebidas, a partir daquilo que parece estranho ou estrangeiro ao pesquisador. Ao final, propõe-se que as fisionômicas da National Geographic se transformam com o tempo, mas seu rosto continua expressando uma rosticidade singular. Suas atualizações em forma de imagens-rosto são as marcas visíveis desta rosticidade atualizada. A rosticidade em si não se deixa apreender, apenas deixa seus rastros. O rosto é uma imagem de síntese e a rosticidade é o conjunto destas sínteses que duram no tempo e se engendram na memória.;
metadataTrad.dc.description.abstract This thesis deals with the nature of the becoming-face in the mediatic processes and their reverberations in technoculture under the prism of the audiovisualities. From the discussion of a virtual communicational quality that is updated in face images - or something that stands in the place of the face - that lasts in time and keeps in memory all the potentiality of what is recognized as singular, I have tried to construct the concept of Rosticity. The proposal was based on the epistemological bases and the theoretical-methodological principles found in Bergson's thought, especially in the concepts of duration, memory, perception, consciousness and image. Also fundamental were the expropriations of the concepts of Benjamin, Deleuze, Canevacci, Balázs and Benso, who dedicated themselves to the face as a special image that guides sensory and memory experiences. The production of the corpus followed two methodological procedures that succeeded: 1) constitution of the universe of research in the observation of the marks of rosticity expressed in a plurality of technoimages that circulate through the media, in addition to objects not recognized as media; 2) a progressive trimming of the research galaxy formed by the cartography of National Geographic physiognomies (as a media device), with special attention to National Geographic Magazine face images and, more specifically, to the transformations of the magazine's face through movements in the cover’s design. It is questioned: how and what does the National Geographic's rosticity communicate about the rosticity of technoculture? Or more specifically: What and how does the National Geographic cover, taken as a face, communicate about the magazine, the media device and the rosticity as a quality of technoculture? In order to offer solutions, a method was developed in the research progress itself. It starts from the invention of the problem through the Bergsonian intuition, to later produce the empirical objects through multiple cartographies. Dynamic maps are thus composed by forming constellations of seemingly disconnected fragments. Ethicities are made on the basis of mapping frames and frames of elements that would otherwise remain discrete in the communicational flow and make up relations, previously unperceived, from what seems strange or foreign to the researcher. In the end, it is proposed that the physiognomics of National Geographic transform over time, but its face continues to express its singular rosticity. It updates in the form of face images are the visible marks of this updated rosticity. Rosticity itself does not allow to be grasped, it only leaves its traces. The face is an image of synthesis and the rosticity is the set of these syntheses that last in time and are engendered in the memory.;
metadataTrad.dc.subject Comunicação; Rosticidade; Tecnocultura; Imaginário; Communication; Rosticity; Technoculture; Imaginary; National Geographic;
metadataTrad.dc.subject.cnpq ACCNPQ::Ciências Sociais Aplicadas::Comunicação;
metadataTrad.dc.type Tese;
metadataTrad.dc.date.issued 2017-06-12;
metadataTrad.dc.description.sponsorship CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior;
metadataTrad.dc.rights openAccess;
metadataTrad.dc.identifier.uri http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/6671;
metadataTrad.dc.publisher.program Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação;


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