Aptidão física relacionada ao desempenho esportivo em escolares entre 7 e 12 anos pós pandemia

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Universidade do Vale do Rio dos Sinos

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Agência de fomento

Resumo

Este estudo trata sobre a aptidão física relacionada ao desempenho esportivo em escolares entre 7 e 12 anos pós pandemia. Para tanto, foi realizada uma pesquisa de cunho quantitativo, na qual foram realizados testes e retestes físicos com os escolares envolvendo 88 alunos do 3°, 4° e 5° ano do Ensino Fundamental de um colégio da cidade de Feliz/RS. O estudo em questão teve como objetivo analisar as alterações no desempenho esportivo de aptidão física de escolares entre 7 e 12 anos pós pandemia no Colégio Jacob Milton Bennemann da cidade de Feliz, RS. A pesquisa tem uma amostra probabilística do tipo sistemática e foi utilizado o cálculo de amostras finitas. O instrumento de coleta de dados é uma bateria de testes do Proesp (Projeto Esporte Brasil – UFRS) utilizada para avaliar a aptidão física e o desempenho esportivo em crianças e adolescentes. A coleta dos dados nos revelou que as amostras, tantos masculinas quanto femininas, apresentaram diferenças significativas entre o teste e o reteste nos testes flexibilidade e força de membros superiores. Os resultados dos meninos mostram que a categoria “muito bom” teve a maior prevalência nos retestes: ABD (30,95%) e FMS (50%). A categoria “excelente”, como era esperado, teve as menores prevalências nos retestes masculinos de FMS (7,14%), VEL (2,38%), FLEX (0%), FMI (0%) e ABD (2,38%), respectivamente. Os resultados das meninas foram semelhantes aos dos meninos, onde a categoria “muito bom” teve a maior prevalência nos retestes: VEL (30,43%) e FMS (65,21%). A categoria “excelente” teve as menores prevalências nos retestes femininos de VEL (2,17%), ABD (0%), FLEX (0%) e FMI (0%), respectivamente. Conclui-se então que é importante realizar mais planejamentos de aulas em relação a melhora das capacidades físicas velocidade, resistência e força de membros inferiores, buscando formar crianças e jovens, com condições de saúde adequadas e com um bom desenvolvimento das suas capacidades desportivas, para que no futuro tornem-se adultos saudáveis que previnem o desencadeamento de diferentes doenças de causa hipocinética.