| Autor | Severo, Renata Trindade; |
| Lattes do autor | http://lattes.cnpq.br/2692230180088232; |
| Orientador | Giering, Maria Eduarda; |
| Lattes do orientador | http://lattes.cnpq.br/9369529788005920; |
| Instituição | Universidade do Vale do Rio do Sinos; |
| Sigla da instituição | UNISINOS; |
| País da instituição | Brasil; |
| Instituto/Departamento | Escola da Indústria Criativa; |
| Idioma | pt_BR; |
| Título | Análise semiolingüística de O último voo do flamingo: construção paratópica de uma nação em estado de ficção; |
| Resumo | Segundo Maingueneau (2001, 2006), ao escritor nenhum lugar é reservado. Para criar o seu lugar, o escritor, movido por um não pertencimento inerente a sua condição—a sua paratopia—, enuncia sua obra procurando legitimar o local (situação comunicacional) a partir do qual ela é enunciada. Essa paratopia é a fonte criadora que se revela na obra literária—apreendida aqui como uma enunciação no âmbito de um discurso literário. Procuramos, nesse trabalho, mostrar como a paratopia se manifesta por meio dos três níveis do ato de linguagem à luz da teoria Semiolingüística, de Patrick Charaudeau. Especificamente, buscamos revelar como as operações de negação dão forma à construção paratópica no romance O último voo do flamingo, do escritor moçambicano Mia Couto. A manifestação da paratopia se dá de formas diferentes em cada um dos três níveis: ela é parte do projeto de fala, no nível situacional; ela se manifesta nos componentes dos modos de organização do discurso, no nível discursivo e, finalmente, ela se manifesta l; |
| Palavras-chave | análise de texto; Couto, Mia; discurso literário; literatura africana lusófona; Paratopia; semiótica; semiolingüística; |
| Área(s) do conhecimento | Letras e Artes; Lingüística; |
| Tipo | Dissertação; |
| Data de defesa | 2008-01-16; |
| Agência de fomento | Nenhuma; |
| Direitos de acesso | openAccess; |
| URI | http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/2565; |
| Programa | Programa de Pós-Graduação em Lingüística Aplicada; |